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Avós cuidadores. Amor preventivo

Avós cuidadores. Amor preventivo

As exigências cada vez maiores na luta pela sobrevivência, e a premente necessidade de buscar o mínimo de qualidade de vida para suas famílias, os pais muitas vezes se vêm obrigados a recorrer à ajuda abençoada dos avós. E estes fazem em sua grande maioria o papel de educadores. Frequentemente os problemas odontológicos na primeira infância, são oriundos de falta de informação e maus hábitos praticados no passado. Relatamos aqui alguns alertas que vão contribuir sobre maneira na preservação da saúde bucal e integral dos menores. Aqui seguem algumas dicas interessantes: – No sétimo mês de gestação são formados o paladar e a gustação do bebê, se a mãe gostar de guloseimas com certeza o bebê também vai gostar. – As radiografias deverão ser evitadas nos primeiros meses. – O bico poderá ser usado como acalento nos primeiros meses, mas nunca como tapa boca. – Se precisar usar o bico para adormecer, o ideal é que retire assim que o bebê dormir. – A sucção do dedo deve ser evitada. E neste caso vale a brincadeira: é bem mais fácil tirar um bico do que cortar um dedo. – O leite materno é único e o mais rico alimento nos primeiros seis meses de vida do bebê. – Recomenda-se o uso de mamadeiras com o bico anatômico, ortodôntico. – Se for adotado o uso do bico, este também deve seguir a mesma linha anatômica da mamadeira. – O início da dentição pode causar irritação, dor, agitação durante o sono, coceiras pelo corpo, salivação aumentada, diarreia e febre baixa. – A cárie é uma doença transmissível, que pode e deve...
Dentes novos, tudo muda…

Dentes novos, tudo muda…

A mastigação é um procedimento fundamental para uma nutrição satisfatória de acordo com as necessidades de cada indivíduo. Pra que você tenha uma mastigação e oclusão perfeitas, principalmente, considerando que a maioria das pessoas se alimenta mal devido à correria do dia-a-dia, os cuidados com sua boca são indispensáveis para ter uma vida melhor. Não abra mão do seu bem estar e autoestima, a melhor solução é recorrer ao uso do implante dentário. Quando ocorre a perda de um ou mais dentes, os demais sofrem uma sobrecarga muito grande a médio e longo prazo. Além de ocasionar o desconforto na fala, mordidas indesejáveis nas bochechas e lábios, assim como possível dor nas articulações. Outro aspecto muito importante, mas, sempre relegado a terceiros planos, são as questões estéticas que afetam diretamente o estado psicossocial dos indivíduos. Por dificuldades ao partir ou triturar os alimentos mais firmes, o paciente se sente constrangido e inibido a socializar-se com familiares, amigos e colegas de trabalho, gerando um certo isolamento, chegando em alguns casos a enfermidades e depressão. A perda dentária que, normalmente, acomete pessoas mais maduras próximas da terceira idade, precisa de um olhar mais atento e carinhoso dos familiares mais próximos para perceber os sinais de desconforto e agir na busca de soluções efetivas para melhorar a qualidade de vida deste indivíduo. Uma solução muito comum é a colocação de uma prótese dentária (dentadura) total ou parcial, um processo que também pode ser doloroso e de difícil adaptação para o paciente que, via de regra, abandona a prótese e sofre profundamente com ingestão de alimentos mau preparados para a digestão, ocasionando problemas...
Sua Boca, sua Saúde

Sua Boca, sua Saúde

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM PNEUMONIA NOSOCOMIAL? Hoje alertamos para a pneumonia nosocomial que acomete grande parte dos pacientes entubados, tanto, em ambiente hospitalar como doméstico. A incidência de bactérias colonizadoras e oportunistas que se alojam na cavidade bucal, tem relação direta com a causa de doenças pulmonares e cardíacas, entre outras. A pneumonia nosocomial é a segunda infecção hospitalar mais comum e a causa mais frequente de morte entre as infecções adquiridas em ambiente hospitalar. Os fatores de risco para o desenvolvimento de pneumonias nosocomiais incluem: doenças pulmonares e cardiológicas; manipulação do paciente pela equipe hospitalar; uso de sondas ou de cânula nasogástrica; intubação; macro ou microaspiração de secreção traqueobrônquica; uso prévio de antimicrobianos; entre outros. Em associação a todos esses fatores, em ambiente hospitalar existe maior probabilidade de estarmos lidando com pacientes imunologicamente comprometidos devido a doenças ou a medicamentos, com diminuição do fluxo salivar devido a procedimentos terapêuticos. Com a redução da lubrificação e higienização natural promovida pela mastigação e pelas enzimas salivares, a boca sofre colonização bacteriana contínua, apresentando praticamente metade de toda a microbiota presente no corpo humano e, em adição a esse fato, a placa bacteriana serve de reservatório permanente de microrganismos, podendo determinar infecções em diversos órgãos. Muitas vezes a falta de conhecimento dos familiares acerca dos processos evolutivos de um paciente acamado, diminui a importante vigilância sobre os cuidados básicos, mas, vitais para manutenção e recuperação do doente internado. Fica, então, nosso alerta para a observação insistente e cuidadosa das condições indispensáveis de higienização frequente das vias orais dos pacientes acamados e/ou entubados. Com pequenos cuidados podemos prevenir sérios agravamentos e...
Sem saliva, sem saúde

Sem saliva, sem saúde

Você sabia que na terceira idade nosso organismo já não é como na juventude? A saúde bucal comprometida vai afetar diretamente a condição nutricional, o estado físico e mental do indivíduo, além de diminuir o prazer de uma vida social ativa. A diversidade de conceitos, circunstâncias de vida e até a falta de informação podem afetar a aceitação, a procura e a realização bem sucedida de um tratamento dentário. É de vital importância que a família esteja atenta a mudanças de hábito e necessidades alteradas no organismo e aspectos psicossociais do paciente idoso. A redução da capacidade gustativa associada ao doce, salgado, amargo e ácido é percebida a partir dos cinquenta anos e atinge em torno de 80% dos pacientes idosos. A produção da saliva auxilia em diversos processos bucais. Facilita a percepção do paladar, protege os tecidos bucais, lubrifica a mucosa, previne a desmineralização e aumenta a remineralização dos dentes. Com a idade as funções salivares são comprometidas com a redução dos pontos de sensibilidade das papilas gustativas, tornando o dia-a-dia do paciente idoso mais desagradável e consequentemente reduzindo sua qualidade de vida. Entre os fatores que provocam a “boca seca” e redução da produção de saliva, podemos citar as medicações para hipertensão, depressão, ansiolíticos, anticolinérgicos e anti-histamínicos; o mesmo acontece com pacientes em tratamentos com radioterapia e quimioterapia, que costumam secar as glândulas salivares, resultando em dieta pobre, má nutrição, diminuindo a interação social. A falta de lubrificação bucal pode também contribuir para o agravamento de cáries e da doença periodontal e a consequente perda óssea. Esse processo começa cedo, a partir dos 40 anos. Inicia-se um...