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Sua Boca, sua Saúde

Sua Boca, sua Saúde

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM PNEUMONIA NOSOCOMIAL? Hoje alertamos para a pneumonia nosocomial que acomete grande parte dos pacientes entubados, tanto, em ambiente hospitalar como doméstico. A incidência de bactérias colonizadoras e oportunistas que se alojam na cavidade bucal, tem relação direta com a causa de doenças pulmonares e cardíacas, entre outras. A pneumonia nosocomial é a segunda infecção hospitalar mais comum e a causa mais frequente de morte entre as infecções adquiridas em ambiente hospitalar. Os fatores de risco para o desenvolvimento de pneumonias nosocomiais incluem: doenças pulmonares e cardiológicas; manipulação do paciente pela equipe hospitalar; uso de sondas ou de cânula nasogástrica; intubação; macro ou microaspiração de secreção traqueobrônquica; uso prévio de antimicrobianos; entre outros. Em associação a todos esses fatores, em ambiente hospitalar existe maior probabilidade de estarmos lidando com pacientes imunologicamente comprometidos devido a doenças ou a medicamentos, com diminuição do fluxo salivar devido a procedimentos terapêuticos. Com a redução da lubrificação e higienização natural promovida pela mastigação e pelas enzimas salivares, a boca sofre colonização bacteriana contínua, apresentando praticamente metade de toda a microbiota presente no corpo humano e, em adição a esse fato, a placa bacteriana serve de reservatório permanente de microrganismos, podendo determinar infecções em diversos órgãos. Muitas vezes a falta de conhecimento dos familiares acerca dos processos evolutivos de um paciente acamado, diminui a importante vigilância sobre os cuidados básicos, mas, vitais para manutenção e recuperação do doente internado. Fica, então, nosso alerta para a observação insistente e cuidadosa das condições indispensáveis de higienização frequente das vias orais dos pacientes acamados e/ou entubados. Com pequenos cuidados podemos prevenir sérios agravamentos e...
Sem saliva, sem saúde

Sem saliva, sem saúde

Você sabia que na terceira idade nosso organismo já não é como na juventude? A saúde bucal comprometida vai afetar diretamente a condição nutricional, o estado físico e mental do indivíduo, além de diminuir o prazer de uma vida social ativa. A diversidade de conceitos, circunstâncias de vida e até a falta de informação podem afetar a aceitação, a procura e a realização bem sucedida de um tratamento dentário. É de vital importância que a família esteja atenta a mudanças de hábito e necessidades alteradas no organismo e aspectos psicossociais do paciente idoso. A redução da capacidade gustativa associada ao doce, salgado, amargo e ácido é percebida a partir dos cinquenta anos e atinge em torno de 80% dos pacientes idosos. A produção da saliva auxilia em diversos processos bucais. Facilita a percepção do paladar, protege os tecidos bucais, lubrifica a mucosa, previne a desmineralização e aumenta a remineralização dos dentes. Com a idade as funções salivares são comprometidas com a redução dos pontos de sensibilidade das papilas gustativas, tornando o dia-a-dia do paciente idoso mais desagradável e consequentemente reduzindo sua qualidade de vida. Entre os fatores que provocam a “boca seca” e redução da produção de saliva, podemos citar as medicações para hipertensão, depressão, ansiolíticos, anticolinérgicos e anti-histamínicos; o mesmo acontece com pacientes em tratamentos com radioterapia e quimioterapia, que costumam secar as glândulas salivares, resultando em dieta pobre, má nutrição, diminuindo a interação social. A falta de lubrificação bucal pode também contribuir para o agravamento de cáries e da doença periodontal e a consequente perda óssea. Esse processo começa cedo, a partir dos 40 anos. Inicia-se um...
VOCÊ SABIA QUE BEIJAR MUUUITO…PODE SER PERIGOSO??

VOCÊ SABIA QUE BEIJAR MUUUITO…PODE SER PERIGOSO??

Vamos pra balada, pura energia e animação. Solteiros, na pista, beijar muuuuito é a meta da maioria. Sem compromisso tudo é diversão. A nossa saliva é um dos fluídos corporais mais complexos, responsável pela lubrificação e proteção de toda cavidade bucal, auxilia na mastigação, deglutição, fala, beijo e começo da digestão. Controla os níveis de água no organismo, reduz a acidez da boca, previne cáries e enfermidades. Poderosa essa tal de saliva sobre a qual pouco sabemos. Usada até pra curas na crendice popular, a saliva contém uma enzima chamada lisozima, que é bactericida e cicatrizante, por isso os animais lambem suas feridas pra cicatrizar. Mas, ela não é capaz de barrar a transmissão da Mononucleose causada pelo vírus Epstein-Barr (VEB), que é mais comum na população jovem, de 15 a 25 anos. A chamada “FEBRE DO BEIJO” é real, tem sintomas parecidos com problemas respiratórios de inverno, febre alta, dor de garganta, fadiga, inchaço dos gânglios linfáticos, tosse, perda de apetite, inflamação do fígado, hipertrofia do baço e seu rompimento, em casos mais graves. As duas últimas podem trazer sérias complicações se não for diagnosticada e tratada adequadamente. O vírus de Epstein-Barr(mononucleose) tem sido relacionado, também, com o linfoma de Burkitt e alguns tipos de câncer de nariz ou garganta. Se você está infectado, pode ajudar a prevenir a propagação do vírus para outras pessoas: • Evite beijar o parceiro ou parceira • Não compartilhe alimentos, pratos, copos e outros utensílios por até vários dias após cessar os sintomas. O vírus Epstein-Barr pode persistir em sua saliva durante meses após a infecção. Não existe vacina para prevenir a...
Alimentos contra a cárie?

Alimentos contra a cárie?

Da mesma forma que existem os alimentos que favorecem a cárie (carboidratos, doces, refrigerantes etc), existem aqueles que ajudam no combate a esta doença. Estamos falando dos alimentos que ajudam a produzir a saliva. Este liquidozinho espumoso que temos na boca, que aumenta quando vemos algo saboroso, é extremamente importante no processo digestivo. A saliva é responsável por lubrificar e diluir o alimento, além de proteger contra bactérias e umedecer a boca. Ela é produzida pelo próprio corpo e certos alimentos favorecem sua produção. Em meio às frutas, você pode ingerir maçã, pera, mamão ou frutas ácidas, como laranja, abacaxi e limão. As pessoas que não possuem problemas com a ingestão de frutas ácidas podem comer sem riscos para melhorar a produção salivar. Dentre as opções de verduras e leguminosas, coma cenoura crua, espinafre, pepino, rúcula, agrião, aspargos, salsão e hortelã. Até o jiló – que deixa poucas pessoas com água na boca – favorece a salivação. É aconselhável o consumo desses alimentos na terceira idade, já que muitos idosos reclamam de ‘boca seca’. A saliva atua no combate à cárie ao ajudar na “lubrificação” da nossa boca, melhorando nossa capacidade de auto limpeza. Entretanto a saliva não ajuda a limpar entre os dentes, para isso é essencial o uso do fio dental e de uma escovação feita de maneira correta. E por que estamos falando disto tudo? Sabemos que vocês estão curtindo as festas juninas para comer pipoca, canjica, milho cozido, pé de moleque, cocada e várias delícias ricas em açúcar e que costumam “grudar” nos dentes, um prato cheio para a cárie. Então aproveitem os arraiás e...
Nossa boca, nossa saúde

Nossa boca, nossa saúde

Partindo do princípio de que, “tudo que nutre o nosso corpo é absorvido por via oral”, é de grande importância que passemos a observar atentamente os sinais ou alertas disparados pelas condições de nossa boca. Por exemplo, quando estamos com a boca amarga é um indício de que podemos estar com o nosso fígado sobrecarregado. O mau hálito e as aftas constantes podem ser alertas para problemas estomacais e inclusive sinais de estresse. Os sangramentos e inflamações gengivais constantes podem retratar outros problemas mais graves, como o início de perda óssea, que é um grande inimigo de um sorriso bonito, levando à perda dos dentes. Os problemas bucais podem ser reduzidos e até evitados começando com boa higienização após as refeições. Isto evita o acúmulo de resíduos e a formação de bactérias. As bactérias que causam a gengivite podem entrar na corrente sanguínea e gerar ou agravar outros quadros de saúde, como problemas cardíacos, diabetes, problemas respiratórios, entre outros. A gengivite é um processo indolor, o que retarda sua identificação. Só se nota o problema quando já está em estado avançado. A melhor defesa é o cuidado diário com uma excelente escovação, uso constante do fio dental, consultas periódicas ao dentista para avaliação preventiva e a realização de uma boa limpeza e retirada dos tártaros.   Prevenção regular é sempre o melhor remédio.  ...
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