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Dia nacional do Idoso

Dia nacional do Idoso

No próximo sábado será comemorado o Dia Nacional do Idoso, data importante de ser comentada porque a inversão da pirâmide social do Brasil indica que teremos uma população idosa volumosa nos próximos anos. E independente da condição de vida mais sensível que um idoso geralmente enfrenta, percorrer a terceira idade com uma boa saúde bucal é possível. A seguir daremos algumas dicas, confira. Quais são os incômodos mais frequentes? O desconforto mais comum que as pessoas acreditam que uma pessoa idosa enfrenta é o uso de próteses, principalmente se for dentadura. O que muitos se esquecem é que o organismo do idoso é um organismo mais sensível e suscetível a inúmeros incômodos. Listando os principais deles: perda dos dentes; mastigação inadequada dos alimentos (devido às dificuldades que surgem com a falta dos dentes ou na adaptação com as próteses, a trituração da comida é feita com insuficiência); engasgos súbitos ou deglutição errada em virtude da mastigação ineficaz; cáries de raiz; xerostomia (a famosa boca seca); bruxismo (hábito de apertar e ranger os dentes); lesões da mucosa oral (candidíases, leucoplasias); câncer oral; doenças periodontais que afetam os tecidos de suporte e sustentação dos dentes; dificuldades de socialização. A terceira idade gera uma sensibilidade maior na boca, principalmente porque é normal a gengiva começar a retrair, deixando bem expostas as áreas do dente que não são protegidas pelo esmalte dental. É um desconforto sentido por alimentos ou bebidas quentes e frias, além do ar frio ou de líquidos doces e amargos – nos quadros clínicos mais graves de sensibilidade bucal.   Como resolver estes incômodos De início, a saúde bucal de...
Sorrir para ajudar outros a sorrirem

Sorrir para ajudar outros a sorrirem

O post de hoje é sobre um assunto que tem sido divulgado com frequência neste mês e que merece um pouco da nossa atenção, estamos falando do Setembro Amarelo. Como temos o costume de usar a hashtag #SorrirFazBem nas redes sociais da Mr. Clean, pois acreditamos  nesta expressão, resolvemos associar no texto abaixo a nossa crença com o alerta que tem crescido ano após ano, em todo o mundo. Sobre o Setembro Amarelo Assim como existem outros meses do ano que têm sido coloridos para ganhar a atenção das pessoas para uma causa importante, há dois anos surgiu o Setembro Amarelo, um movimento internacional que visa a conscientização da prevenção do suicídio. Infelizmente o número de mortes por suicídio tem crescido, ele já é maior do que outras doenças graves, fato que justifica falar mais sobre o assunto. Muitas pessoas vivem momentos de extrema sensibilidade emocional que podem acarretar em algum desequilíbrio (depressão, transtornos, síndromes etc) que precisa ser tratado com especialistas da área médica, de preferência desde o início para evitar consequências graves. A ajuda É nestas horas que a gente, como familiar ou amigo, para e pensa se possui alguém conhecido que possa ser ajudado. A realidade é que você pode ajudar sim esta pessoa, porém o melhor é que o auxílio seja feito por meio de um acompanhamento médico, com profissionais da saúde e de áreas similares e afins que já sabem lidar ao certo com estes tipos de quadros clínicos. São profissionais qualificados para isto, que saberão conversar da melhor maneira com a pessoa, mostrando para ela que é possível acabar com aquela dor. Como...
Endocardite Bacteriana: Cuide do seu Coração

Endocardite Bacteriana: Cuide do seu Coração

No post anterior explicamos sobre a Odontologia do Esporte, área que trata a saúde bucal de um atleta profissional. Hoje é Dia do Cliente e relacionaremos um pouco a Odontologia do Esporte com um assunto muito importante, falaremos sobre a endocardite, doença de causa bacteriana que já levou atletas profissionais e não profissionais à morte, infelizmente. Confira abaixo o que fazer para evitá-la. Como ela ocorre A chamada endocardite bacteriana acontece quando uma bactéria atinge a válvula do coração ou do endocárdio, ou seja, o músculo do coração. No local onde a bactéria se aloja, ela passa a criar um ninho, o que gera uma destruição gradativa da válvula do coração, além de se espalhar para o resto do corpo, podendo afetar qualquer parte. As pessoas que possuem problema congênito na formação do endocárdio ou que já sofreram com alguma alteração na válvula do coração, têm grandes chances de desenvolver a doença. Sem estas características, fica mais difícil da bactéria alojar no coração e ali criar uma colônia de bactérias por causa da velocidade normal do fluxo sanguíneo, que acaba “limpando” o local. A relação dela com a odontologia Vários agentes vivem na boca, alguns deles em plena harmonia, outros nem tanto. Quando algum destes agentes – como por exemplo a bactéria da cárie ou a bactéria que causa doença periodontal – entram no organismo e chegam até o coração que é vulnerável (endocárdio ou válvula sensíveis), acontece a endocardite bacteriana. Portanto, a causa da doença está diretamente ligada ao descuido com a saúde bucal. É ideal que antes de realizar tratamentos dentários mais invasivos alguns pacientes façam uma...
O PODER DELE, O DIÓXIDO DE CLORO

O PODER DELE, O DIÓXIDO DE CLORO

Outro dia falamos aqui de um problema bucal que algumas pessoas enfrentam e que é capaz de gerar desconfortos e dificuldades de convívio social: o ​mau hálito​. Hoje iremos dar continuidade ao assunto, mas tratando sobre um produto que é um grande aliado no tratamento da halitose – o dióxido de cloro. Em que consiste o produto O dióxido de cloro é encontrado em ​enxaguantes bucais e atua como um antibacteriano de grande eficácia para prevenir e combater as infecções bucais, além de eliminar aqueles odores terríveis que a halitose provoca. Sendo assim, ele começou a ser prescrito para certos tratamentos periodontais (gengiva e ossos da boca) devido sua ação biológica, que inclusive não causa danos à boca. Esclarecemos, também, que o dióxido de cloro não tem relação alguma com o cloro (que muitas pessoas confundem), mesmo que o elemento cloro seja o elemento ativo. Por que o uso do dióxido de cloro? A justificativa para o uso de enxaguantes bucais que possuem em sua fórmula este composto ativo está no fato do dióxido de cloro remover a placa bacteriana da língua e ainda oxigená­la, fazendo com que as bactérias que causam o mau hálito desapareçam. E, o melhor, tudo isto sem alterar a flora bacteriana normal. O dióxido de cloro possui então uma ação biológica sem ser antibiótico, ele não provoca resistência bacteriana e não altera a microbiota natural da boca. É como se este composto realizasse um dos grandes desafios enfrentados em tratamentos médicos: o de induzir reações químicas sem gerar consequências desagradáveis para o paciente, sem gerar a famosa ação causa e efeito que certos medicamentos...
Uso do enxaguante bucal

Uso do enxaguante bucal

Muito se engana quem acha que o enxaguante bucal tem que arder bastante a boca na hora do bochecho. Produto sempre divulgado na mídia, muitos adeptos não sabem que seu uso requer orientações de um dentista, afinal ele só é benéfico para quem tem doenças periodontais, para as pessoas que não possuem estas doenças o efeito é nulo. Primeiramente é bom frisar que utilizar o antisséptico bucal no lugar da higienização padrão da sua boca é totalmente errado. Somente a escovação e o fio dental são capazes de limpar direito os dentes e a gengiva dos restos de alimentos, combatendo assim as placas bacterianas. Nos casos das pessoas recomendadas pelo dentista a usar o produto, quando aliado a uma boa escovação ele surte efeito, senão ele pode é aumentar o mau hálito. Existem enxaguantes bucais com princípios ativos diferentes, mais um motivo para usar o produto somente sob orientação de um dentista. Há os que são ideais para a higiene pós-cirúrgica, os que controlam a cárie devido ao teor de flúor, os que controlam a hipersensibilidade dos dentes e aqueles que visam acabar com as bactérias bucais. Os antissépticos com álcool estão na lista dos mais preferidos, o que é uma escolha errada. Quem usa enxaguante com álcool acaba por comprometer a resina dos dentes, deixando-os sensíveis aos corantes dos alimentos ou até mesmo aos do próprio antisséptico, ocorrendo uma modificação gradativa da coloração dos dentes. Outras consequências do uso excessivo de enxaguantes é a descamação da mucosa bucal e alteração da eficiência das papilas gustativas. Por isso, recomendamos as opções sem álcool na composição, sem corantes ou agentes...
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