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TEMPERATURAS BAIXAS, SORRISO SAUDÁVEL EM ALTA

TEMPERATURAS BAIXAS, SORRISO SAUDÁVEL EM ALTA

O frio costuma trazer não só as temperaturas mais baixas, ele traz também a possibilidade de desconfortos bucais. Para que certos sintomas não atrapalhem quem gosta de curtir o friozinho da estação (que este ano veio com uma intensidade maior), é bom ficar de olho nos cuidados citados a seguir. Ranger de dentes por causa de dor ou incômodo não dá, só em caso de bater uma brisa fria, né?   Desconfortos na boca e nos dentes em dias frios A boca possui temperatura constante de 36ºC a 38ºC e no inverno a temperatura do ambiente cai bastante, atingindo 10ºC. Este fenômeno, chamado inversão térmica, pode gerar incômodos. As pessoas que não estão com lesão ou trauma nos dentes talvez sintam uma sensibilidade maior a ponto de terem que usar cremes dentais específicos. Quem está com algum tipo de problema bucal tem mais chance de sofrer com o frio, afinal a tendência é que a temperatura baixa aumente os sintomas. Outras sensações comuns da época são quanto aos resfriados, gripes e sinusites que deixam a boca ressecada durante o sono – as sinusites podem provocar dores nos molares e pré-molares devido à possibilidade da inflamação atingir os seios maxilares, onde ficam estes dentes.   Cuidados com a saúde bucal no inverno O ideal é não exagerar no consumo de certos tipos de bebidas e alimentos calóricos. Como o café, vinho e chás escuros possuem muitos pigmentos e geralmente são adoçados, eles costumam comprometer a saúde bucal (manchas, cáries, corrosão do esmalte e dores). Os carboidratos e chocolates também são os queridinhos da estação e também das cáries, devido ao...
NÃO PARTICIPE DO DESFILE DE DOENÇAS OUTONO/INVERNO

NÃO PARTICIPE DO DESFILE DE DOENÇAS OUTONO/INVERNO

As temperaturas caem e a imunidade das pessoas também caem. Isso porque as doenças de outono e inverno são enfermidades típicas da época, que acabam se espalhando e trazendo incômodos para todos nós. Como praticamos a filosofia de que prevenir é melhor do que remediar, se liga nas orientações que preparamos pra você curtir o friozinho da estação com muita saúde.   Por que aumentam as doenças respiratórias nessa época   Com o frio as vias aéreas (em resumo são: nariz, boca, garganta e pulmões) de muita gente irrita. Para piorar, a umidade relativa do ar cai e ocorre a inversão térmica (a poluição fica acumulada na atmosfera). Junte esses fatores às concentrações de pessoas em locais fechados e pouco arejados, usando roupas e cobertores de lã que ficaram guardados e acumularam poeira. O resultado é o aumento de doenças respiratórias mesmo.   Quais são as mais comuns   Nessa época do ano ocorrem muitos quadros de doenças respiratórias infecciosas, inflamatórias e alérgicas. As mais comuns são as infecções respiratórias, com destaque para a gripe e o resfriado. Uma observação importante é a diferença entre as duas: a gripe é causada somente pelo vírus influenza e é mais grave. Ela apresenta os sintomas do resfriado (causado por vários vírus) como coriza e corpo ruim, mais febre alta – pode deixar a pessoa acamada.   Há outras doenças que geram incômodos para as pessoas devido à transmissão que elas possuem: pela saliva quando o infectado fala, tosse ou espirra. Entram nesse grupo a pneumonia (que é um perigo enorme pois pode surgir de uma gripe mal curada), a tuberculose e...
SAIBA COMO SE PREVENIR DA HALITOSE

SAIBA COMO SE PREVENIR DA HALITOSE

O que é essa tal de halitose? Entenda! Mesmo que o termo pareça ser nome de doença, a halitose nada mais é que o mau hálito, o incômodo que alguns sentem quando abrem a boca para falar ou respirar. É um assunto considerado meio que um tabu, pois há pessoas que sabem que têm, as que acham que que têm e as que não sabem que têm (é um problema até psicológico e delicado de se lidar,  afinal incomoda tanto quem possui, quanto quem está perto de uma pessoa que possui). Separamos algumas informações para que você, quem sabe não consiga ajudar aquela pessoa mais íntima (parente, amigo) que, infelizmente, sofre com isso?   As causas do mau hálito   Já está comprovado que a grande maioria dos casos de halitose começa na própria boca. Cerca de 90% dos casos se relacionam à falta de limpeza da língua, o que gera a saburra lingual (placa bacteriana esbranquiçada que fica no fundo da língua). Os outros 10% são referentes aos casos de restaurações mal adaptadas ou quando a pessoa come certos tipos de alimentos (cebola e alho, por exemplo); ingere muito álcool; fuma; costuma ter a boca seca ou está com algum desequilíbrio no corpo – doença periodontal, diabetes, insuficiência renal, infecções respiratórias ou no aparelho gastrointestinal.   Os pacientes que passam por tratamento de radioterapia, costumam ter a produção de saliva reduzida, o que gera mau hálito (dependendo, se preciso, eles podem até usar saliva artificial para ajudar na lubrificação da boca). Todas essas hipóteses elevam as chances de uma pessoa ter mau hálito. Lembrando que hoje já existem...
O GOSTO RUIM QUE PODE TER UM BEIJO

O GOSTO RUIM QUE PODE TER UM BEIJO

Os dias de folia estão se aproximando e a contagem regressiva para o descanso e diversão já começou, a gente sabe. O que nem todo mundo sabe é que a famosa azaração, clima de paquera e “ficadas” (como dizem os jovens), o “beijar muito”, é um comportamento que pode ter algumas consequências inesperadas para a saúde bucal e até corporal. Sem querer privar ninguém da folia, mas sem também não deixar de aconselhar, seguem nossas orientações.   É o beijo que transmite doenças? Não, definitivamente não é (inclusive, beijar mexe com os músculos da face, com os batimentos cardíacos, diminui o hormônio do estresse e tem outros benefícios para a saúde; beijar é bom, né gente?). Mas, como nem tudo na vida são flores, o beijo é nada mais que uma troca de salivas. Se alguma das pessoas estiverem com vírus ou bactérias presentes na saliva, irá acabar contaminando a outra pessoa que não tem nada.   Principais doenças transmitidas pelo beijo Na possibilidade de contaminação de vírus, bactérias ou fungos pela saliva trocada durante o beijo, a gente torce para que a imunidade da pessoa infectada esteja alta e combata o ser estranho. Caso o micro-organismo vença a “batalha” contra nossas células de autodefesa, certas doenças podem se desenvolver na pessoa, como herpes labial, cárie, mononucleose, HPV, meningite, sífilis, hepatite A, candidíase, gripes ou resfriados, catapora, caxumba dentre outras.   Mononucleose, a “doença do beijo” Sem deixar de lado as doenças citadas, vamos falar um pouco mais da mononucleose, enfermidade que tem sido registrada com maior frequência e merece uma atenção a mais. Como dito, ela é contagiosa,...
A SAÚDE BUCAL DAS CRIANÇAS

A SAÚDE BUCAL DAS CRIANÇAS

Está é a Semana das Crianças, seres humanos que iluminam a nossa vida com alegria e pureza. É comum presenteá-las com brinquedos para comemorar a data, porém a Mr. Clean tem uma pergunta séria a fazer: você como pai, mãe, avós, tios ou como responsável por uma criança, tem cuidado da saúde bucal dela? Pois os pequenos são novos demais para saberem como se cuida direito dos dentes e precisam de orientação. Acompanhe nas próximas linhas o que queremos dizer.   A presença dos pais para controlar a cárie dentária Doença crônica mais frequente entre as crianças de todo o mundo, a cárie dentária pode ser controlada, afinal sabe-se que ela é contagiosa, transmissível e infecciosa. Portanto o acompanhamento dos pais ou da pessoa responsável é essencial para evitá-la, todos sabemos que a criançada não possui maturidade o suficiente para construir hábitos saudáveis. Se deixar, elas comem guloseimas o tempo todo e ainda ficam sem escovar os dentes. A figura de um adulto orientando sobre a construção deste hábito tão importante é elementar para conservar os dentes, que inclusive podem durar por toda a vida se forem bem cuidados. Por isso, a Mr. Clean criou o Programa de Acompanhamento Preventivo (PAP) para educar as crianças e seus pais quanto à higiene bucal, à redução da cárie dentária na infância, tudo feito através de cuidados básicos para a manutenção da saúde bucal. Cuidados para evitar que a gurizada tenha cárie Zelar pela saúde bucal de uma criança, desde a primeira infância até ela se tornar um adolescente capaz de fazer sozinho a higiene bucal da forma correta, é um dever de...
O PODER DELE, O DIÓXIDO DE CLORO

O PODER DELE, O DIÓXIDO DE CLORO

Outro dia falamos aqui de um problema bucal que algumas pessoas enfrentam e que é capaz de gerar desconfortos e dificuldades de convívio social: o ​mau hálito​. Hoje iremos dar continuidade ao assunto, mas tratando sobre um produto que é um grande aliado no tratamento da halitose – o dióxido de cloro. Em que consiste o produto O dióxido de cloro é encontrado em ​enxaguantes bucais e atua como um antibacteriano de grande eficácia para prevenir e combater as infecções bucais, além de eliminar aqueles odores terríveis que a halitose provoca. Sendo assim, ele começou a ser prescrito para certos tratamentos periodontais (gengiva e ossos da boca) devido sua ação biológica, que inclusive não causa danos à boca. Esclarecemos, também, que o dióxido de cloro não tem relação alguma com o cloro (que muitas pessoas confundem), mesmo que o elemento cloro seja o elemento ativo. Por que o uso do dióxido de cloro? A justificativa para o uso de enxaguantes bucais que possuem em sua fórmula este composto ativo está no fato do dióxido de cloro remover a placa bacteriana da língua e ainda oxigená­la, fazendo com que as bactérias que causam o mau hálito desapareçam. E, o melhor, tudo isto sem alterar a flora bacteriana normal. O dióxido de cloro possui então uma ação biológica sem ser antibiótico, ele não provoca resistência bacteriana e não altera a microbiota natural da boca. É como se este composto realizasse um dos grandes desafios enfrentados em tratamentos médicos: o de induzir reações químicas sem gerar consequências desagradáveis para o paciente, sem gerar a famosa ação causa e efeito que certos medicamentos...
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