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SAÚDE… ALÉM DO CORPO!

SAÚDE… ALÉM DO CORPO!

Durante muito tempo a definição de “saúde” era tida apenas como a ausência de adoecimentos físicos. Com o passar do tempo e da modernização das pesquisas científicas, bem como a imensidão dos adoecimentos que surgiam sem uma causa aparente, fez-se urgente uma nova conceituação e entendimento do estado de saúde. O que realmente precisamos para ter, manter ou restabelecer nossa tão preciosa saúde? Acredito que devamos partir do princípio: uma infância feliz e bem cuidada, bem nutrida. Mas, nutrida muito além de belas frutas, belos cafés da manhã, refeições com pratos bem coloridos e atraentes, regularidade nos horários, e, não estamos falando em quantidade. Precisamos de pouca quantidade para alimentar substancialmente nosso corpo. É mais importante a variedade abundante do que a quantidade pra suprir nossas carências – vitamínicas, proteicas e minerais. Nossas carências são muitas. Quais carências podem afetar nossa saúde? Mais que os antioxidantes da maça ou potássio da banana, precisamos da ternura do olhar; mais que mel, precisamos do doce que vem do abraço… Meio romanceadas estas palavras! Mas, pra falar de saúde, precisamos da leveza da alma, da arte do sorriso… Ah… O SORRISO! Vou contar um acontecido. Quando recebi a leiturista da Cemig, com olhar cansado, expressão sisuda, perguntei sorridente: – Tem presente pra mim? Ela, meio desconfiada. disse: – Nem todo mundo quer este presente. Disse que ela me trazia um bom presente, sinal que a minha vida tinha luz, luz no lar, luz no amar, luz no viver e que aquele presente era mais uma forma de luz, sinal que minha casa tinha vida e vida abundante! Ela, me achando meio louca,...
Sua Boca, sua Saúde

Sua Boca, sua Saúde

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM PNEUMONIA NOSOCOMIAL? Hoje alertamos para a pneumonia nosocomial que acomete grande parte dos pacientes entubados, tanto, em ambiente hospitalar como doméstico. A incidência de bactérias colonizadoras e oportunistas que se alojam na cavidade bucal, tem relação direta com a causa de doenças pulmonares e cardíacas, entre outras. A pneumonia nosocomial é a segunda infecção hospitalar mais comum e a causa mais frequente de morte entre as infecções adquiridas em ambiente hospitalar. Os fatores de risco para o desenvolvimento de pneumonias nosocomiais incluem: doenças pulmonares e cardiológicas; manipulação do paciente pela equipe hospitalar; uso de sondas ou de cânula nasogástrica; intubação; macro ou microaspiração de secreção traqueobrônquica; uso prévio de antimicrobianos; entre outros. Em associação a todos esses fatores, em ambiente hospitalar existe maior probabilidade de estarmos lidando com pacientes imunologicamente comprometidos devido a doenças ou a medicamentos, com diminuição do fluxo salivar devido a procedimentos terapêuticos. Com a redução da lubrificação e higienização natural promovida pela mastigação e pelas enzimas salivares, a boca sofre colonização bacteriana contínua, apresentando praticamente metade de toda a microbiota presente no corpo humano e, em adição a esse fato, a placa bacteriana serve de reservatório permanente de microrganismos, podendo determinar infecções em diversos órgãos. Muitas vezes a falta de conhecimento dos familiares acerca dos processos evolutivos de um paciente acamado, diminui a importante vigilância sobre os cuidados básicos, mas, vitais para manutenção e recuperação do doente internado. Fica, então, nosso alerta para a observação insistente e cuidadosa das condições indispensáveis de higienização frequente das vias orais dos pacientes acamados e/ou entubados. Com pequenos cuidados podemos prevenir sérios agravamentos e...
Sem saliva, sem saúde

Sem saliva, sem saúde

Você sabia que na terceira idade nosso organismo já não é como na juventude? A saúde bucal comprometida vai afetar diretamente a condição nutricional, o estado físico e mental do indivíduo, além de diminuir o prazer de uma vida social ativa. A diversidade de conceitos, circunstâncias de vida e até a falta de informação podem afetar a aceitação, a procura e a realização bem sucedida de um tratamento dentário. É de vital importância que a família esteja atenta a mudanças de hábito e necessidades alteradas no organismo e aspectos psicossociais do paciente idoso. A redução da capacidade gustativa associada ao doce, salgado, amargo e ácido é percebida a partir dos cinquenta anos e atinge em torno de 80% dos pacientes idosos. A produção da saliva auxilia em diversos processos bucais. Facilita a percepção do paladar, protege os tecidos bucais, lubrifica a mucosa, previne a desmineralização e aumenta a remineralização dos dentes. Com a idade as funções salivares são comprometidas com a redução dos pontos de sensibilidade das papilas gustativas, tornando o dia-a-dia do paciente idoso mais desagradável e consequentemente reduzindo sua qualidade de vida. Entre os fatores que provocam a “boca seca” e redução da produção de saliva, podemos citar as medicações para hipertensão, depressão, ansiolíticos, anticolinérgicos e anti-histamínicos; o mesmo acontece com pacientes em tratamentos com radioterapia e quimioterapia, que costumam secar as glândulas salivares, resultando em dieta pobre, má nutrição, diminuindo a interação social. A falta de lubrificação bucal pode também contribuir para o agravamento de cáries e da doença periodontal e a consequente perda óssea. Esse processo começa cedo, a partir dos 40 anos. Inicia-se um...
Alimentos contra a cárie?

Alimentos contra a cárie?

Da mesma forma que existem os alimentos que favorecem a cárie (carboidratos, doces, refrigerantes etc), existem aqueles que ajudam no combate a esta doença. Estamos falando dos alimentos que ajudam a produzir a saliva. Este liquidozinho espumoso que temos na boca, que aumenta quando vemos algo saboroso, é extremamente importante no processo digestivo. A saliva é responsável por lubrificar e diluir o alimento, além de proteger contra bactérias e umedecer a boca. Ela é produzida pelo próprio corpo e certos alimentos favorecem sua produção. Em meio às frutas, você pode ingerir maçã, pera, mamão ou frutas ácidas, como laranja, abacaxi e limão. As pessoas que não possuem problemas com a ingestão de frutas ácidas podem comer sem riscos para melhorar a produção salivar. Dentre as opções de verduras e leguminosas, coma cenoura crua, espinafre, pepino, rúcula, agrião, aspargos, salsão e hortelã. Até o jiló – que deixa poucas pessoas com água na boca – favorece a salivação. É aconselhável o consumo desses alimentos na terceira idade, já que muitos idosos reclamam de ‘boca seca’. A saliva atua no combate à cárie ao ajudar na “lubrificação” da nossa boca, melhorando nossa capacidade de auto limpeza. Entretanto a saliva não ajuda a limpar entre os dentes, para isso é essencial o uso do fio dental e de uma escovação feita de maneira correta. E por que estamos falando disto tudo? Sabemos que vocês estão curtindo as festas juninas para comer pipoca, canjica, milho cozido, pé de moleque, cocada e várias delícias ricas em açúcar e que costumam “grudar” nos dentes, um prato cheio para a cárie. Então aproveitem os arraiás e...
Nossa boca, nossa saúde

Nossa boca, nossa saúde

Partindo do princípio de que, “tudo que nutre o nosso corpo é absorvido por via oral”, é de grande importância que passemos a observar atentamente os sinais ou alertas disparados pelas condições de nossa boca. Por exemplo, quando estamos com a boca amarga é um indício de que podemos estar com o nosso fígado sobrecarregado. O mau hálito e as aftas constantes podem ser alertas para problemas estomacais e inclusive sinais de estresse. Os sangramentos e inflamações gengivais constantes podem retratar outros problemas mais graves, como o início de perda óssea, que é um grande inimigo de um sorriso bonito, levando à perda dos dentes. Os problemas bucais podem ser reduzidos e até evitados começando com boa higienização após as refeições. Isto evita o acúmulo de resíduos e a formação de bactérias. As bactérias que causam a gengivite podem entrar na corrente sanguínea e gerar ou agravar outros quadros de saúde, como problemas cardíacos, diabetes, problemas respiratórios, entre outros. A gengivite é um processo indolor, o que retarda sua identificação. Só se nota o problema quando já está em estado avançado. A melhor defesa é o cuidado diário com uma excelente escovação, uso constante do fio dental, consultas periódicas ao dentista para avaliação preventiva e a realização de uma boa limpeza e retirada dos tártaros.   Prevenção regular é sempre o melhor remédio.  ...
Necessidade de ir ao dentista

Necessidade de ir ao dentista

A falta de informação é grande inimiga do sorriso. Ir ao dentista com frequência é a melhor forma de manter o sorriso em dia. Além do tratamento, o dentista pode tirar dúvidas sobre dentes e saúde bucal no geral, incluindo lábios, língua, e gengiva. Com avanço da tecnologia o tratamento dentário está mais acessível, e a Mr. Clean oferece planejamento por etapa, o que deixa o cliente a vontade para escolher quando e como fazer. Em alguns casos é necessário um tratamento imediato para curar o problema encontrado, mas o tratamento preventivo ainda é a melhor forma de cuidar dos dentes. Ouça a entrevista da Dr. Kênia Monteiro na rádio...
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