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DIA DE SEMPRE ECONOMIZAR ÁGUA

DIA DE SEMPRE ECONOMIZAR ÁGUA

O texto de hoje aborda um assunto que é pouco colocado em prática: a economia de água. E por que esse assunto? Pois hoje é o Dia Mundial da Água, pode anotar aí que todo dia 22 de março foi instituído como a data voltada para discutir temas sobre a importância do líquido que é imprescindível para a vida. O papo é sério e a gente te mostra porque nas próximas linhas.   Quando surgiu a data? Em 22 de março de 1992, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Dia Mundial da Água para fomentar um número maior de análises e elaboração de medidas práticas para preservar a água potável (a que é própria para o consumo). Isso porque somente cerca de 0,008% do total de água do nosso planeta é potável, e este pouco tem sido usado de maneira impensada, sem considerar que ela um dia pode acabar.   Por que economizar água? Estudos já indicam que cerca de 20% da população mundial não tem acesso à água limpa (o que é apavorante) e de acordo com a UNICEF, cerca de 1.400 crianças com menos de cinco anos morrem todos os dias por causa da falta de água potável, saneamento básico e higiene. Viver sem água é impossível, basta lembrar que cerca de 65% do nosso corpo é composto por água e que 99% da composição da saliva é feita de água.   O que fazer para economizar? Além das atitudes que muitas indústrias precisam tomar (para frear a poluição de rios, lagos e lençóis freáticos), com gestos simples você economiza água. Escovar os dentes com...
O GOSTO RUIM QUE PODE TER UM BEIJO

O GOSTO RUIM QUE PODE TER UM BEIJO

Os dias de folia estão se aproximando e a contagem regressiva para o descanso e diversão já começou, a gente sabe. O que nem todo mundo sabe é que a famosa azaração, clima de paquera e “ficadas” (como dizem os jovens), o “beijar muito”, é um comportamento que pode ter algumas consequências inesperadas para a saúde bucal e até corporal. Sem querer privar ninguém da folia, mas sem também não deixar de aconselhar, seguem nossas orientações.   É o beijo que transmite doenças? Não, definitivamente não é (inclusive, beijar mexe com os músculos da face, com os batimentos cardíacos, diminui o hormônio do estresse e tem outros benefícios para a saúde; beijar é bom, né gente?). Mas, como nem tudo na vida são flores, o beijo é nada mais que uma troca de salivas. Se alguma das pessoas estiverem com vírus ou bactérias presentes na saliva, irá acabar contaminando a outra pessoa que não tem nada.   Principais doenças transmitidas pelo beijo Na possibilidade de contaminação de vírus, bactérias ou fungos pela saliva trocada durante o beijo, a gente torce para que a imunidade da pessoa infectada esteja alta e combata o ser estranho. Caso o micro-organismo vença a “batalha” contra nossas células de autodefesa, certas doenças podem se desenvolver na pessoa, como herpes labial, cárie, mononucleose, HPV, meningite, sífilis, hepatite A, candidíase, gripes ou resfriados, catapora, caxumba dentre outras.   Mononucleose, a “doença do beijo” Sem deixar de lado as doenças citadas, vamos falar um pouco mais da mononucleose, enfermidade que tem sido registrada com maior frequência e merece uma atenção a mais. Como dito, ela é contagiosa,...
BEBA ÁGUA PARA HIDRATAR E CUIDAR DA SAÚDE BUCAL

BEBA ÁGUA PARA HIDRATAR E CUIDAR DA SAÚDE BUCAL

No calorão que tem feito, ter mais sede é normal e até bom para o corpo se manter hidratado e a saúde bucal fortalecida. Hum? “O que a saúde bucal tem a ver com a hidratação corporal?”, você deve ter se perguntado. Pois  saiba que assim como o corpo precisa de água para sobreviver (cerca de 65% do corpo humano é composto por água), a saúde bucal também precisa deste líquido inodoro, transparente e refrescante para manter as funções vitais da boca. A seguir a gente te explica com mais detalhes. Seu corpo desidrata fácil Pura verdade o que o título diz e a gente é que não percebe isso ao longo de 24 horas. Nos dias quentes que temos vivido, a perda de líquidos corporais é maior porque o corpo libera mais calor para regular a temperatura, o que gera mais transpiração (suor) e assim água e sais minerais são liberados com mais intensidade pela pele. Como autodefesa, o organismo pede mais água (aquela sede enorme que dá na gente) para repor tudo o que foi perdido e manter o metabolismo em equilíbrio.   A vilã, a boca seca Em se tratando de saúde bucal, quando o corpo começa a ficar desidratado a boca fica seca, com pouca saliva e um início de desconforto que pede a ingestão de líquido para amenizar. Aqueles que sofrem com este incômodo frequente, a xerostomia (quem faz uso diário de medicamentos, principalmente os idosos) sabem do que estamos falando. E do perigo que é não manter a boca hidratada. A saliva é formada por cerca de 99% de água e seu restante...
Sua Boca, sua Saúde

Sua Boca, sua Saúde

VOCÊ JÁ OUVIU FALAR EM PNEUMONIA NOSOCOMIAL? Hoje alertamos para a pneumonia nosocomial que acomete grande parte dos pacientes entubados, tanto, em ambiente hospitalar como doméstico. A incidência de bactérias colonizadoras e oportunistas que se alojam na cavidade bucal, tem relação direta com a causa de doenças pulmonares e cardíacas, entre outras. A pneumonia nosocomial é a segunda infecção hospitalar mais comum e a causa mais frequente de morte entre as infecções adquiridas em ambiente hospitalar. Os fatores de risco para o desenvolvimento de pneumonias nosocomiais incluem: doenças pulmonares e cardiológicas; manipulação do paciente pela equipe hospitalar; uso de sondas ou de cânula nasogástrica; intubação; macro ou microaspiração de secreção traqueobrônquica; uso prévio de antimicrobianos; entre outros. Em associação a todos esses fatores, em ambiente hospitalar existe maior probabilidade de estarmos lidando com pacientes imunologicamente comprometidos devido a doenças ou a medicamentos, com diminuição do fluxo salivar devido a procedimentos terapêuticos. Com a redução da lubrificação e higienização natural promovida pela mastigação e pelas enzimas salivares, a boca sofre colonização bacteriana contínua, apresentando praticamente metade de toda a microbiota presente no corpo humano e, em adição a esse fato, a placa bacteriana serve de reservatório permanente de microrganismos, podendo determinar infecções em diversos órgãos. Muitas vezes a falta de conhecimento dos familiares acerca dos processos evolutivos de um paciente acamado, diminui a importante vigilância sobre os cuidados básicos, mas, vitais para manutenção e recuperação do doente internado. Fica, então, nosso alerta para a observação insistente e cuidadosa das condições indispensáveis de higienização frequente das vias orais dos pacientes acamados e/ou entubados. Com pequenos cuidados podemos prevenir sérios agravamentos e...
Sem saliva, sem saúde

Sem saliva, sem saúde

Você sabia que na terceira idade nosso organismo já não é como na juventude? A saúde bucal comprometida vai afetar diretamente a condição nutricional, o estado físico e mental do indivíduo, além de diminuir o prazer de uma vida social ativa. A diversidade de conceitos, circunstâncias de vida e até a falta de informação podem afetar a aceitação, a procura e a realização bem sucedida de um tratamento dentário. É de vital importância que a família esteja atenta a mudanças de hábito e necessidades alteradas no organismo e aspectos psicossociais do paciente idoso. A redução da capacidade gustativa associada ao doce, salgado, amargo e ácido é percebida a partir dos cinquenta anos e atinge em torno de 80% dos pacientes idosos. A produção da saliva auxilia em diversos processos bucais. Facilita a percepção do paladar, protege os tecidos bucais, lubrifica a mucosa, previne a desmineralização e aumenta a remineralização dos dentes. Com a idade as funções salivares são comprometidas com a redução dos pontos de sensibilidade das papilas gustativas, tornando o dia-a-dia do paciente idoso mais desagradável e consequentemente reduzindo sua qualidade de vida. Entre os fatores que provocam a “boca seca” e redução da produção de saliva, podemos citar as medicações para hipertensão, depressão, ansiolíticos, anticolinérgicos e anti-histamínicos; o mesmo acontece com pacientes em tratamentos com radioterapia e quimioterapia, que costumam secar as glândulas salivares, resultando em dieta pobre, má nutrição, diminuindo a interação social. A falta de lubrificação bucal pode também contribuir para o agravamento de cáries e da doença periodontal e a consequente perda óssea. Esse processo começa cedo, a partir dos 40 anos. Inicia-se um...