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Laserterapia

Laserterapia dental

Nas últimas décadas, o avanço da tecnologia, principalmente através dos conhecimentos da física, tem propiciado o advento de novos equipamentos, utilizados nas áreas do diagnóstico e da terapêutica. Os lasers são fontes de radiação eletromagnética, ou luz possuindo características especiais que a diferem de outras fontes. O nome Laser expressa exatamente como a luz é produzida: LightBy Stimulated  Emission Of Radiation, que significa Amplificação da luz por emissão estimulada de radiação.

É um dispositivo composto por substâncias (gás e pedras preciosas), que geram luz quando excitadas por uma fonte de energia. A luz da laserterapia apresenta qualidades bem específicas que as diferenciam da luz emitida por fontes convencionais incandescentes, o que torna seu uso viável em múltiplas aplicações médicas. Por isso, suas propriedades terapêuticas vêm sendo estudadas desde a proposição da teoria da emissão estimulada por Einstein, 1917, sendo sugerida pela primeira vez em 1957, por dois cientistas americanos, Charles Townes e Arthur Achawlow, tornando-se realidade em 1960, com a  construção do primeiro emissor de laser a Rubi por Theodore Maiman. Em 1965, Sinclair e Knoll adaptaram esta radiação à prática terapêutica e nesse mesmo ano o laser foi utilizado pela primeira vez na Odontologia por Stern e Sognnaes.

A Odontologia, tardiamente,  demonstrou interesse nessa especialidade médica, utilizando a luz como terapêutica efetiva, através dos trabalhos de Taylor, Skear e Roeber em 1968, que observaram em seus experimentos o efeito do laser de cristal de Rubi nos dentes e na mucosa.Várias são as aplicações dos diferentes tipos de Laser na Odontologia. Pode-se fazer desde um simples diagnóstico de  cárie que identifica diferenças de comportamento óptico entre o tecido sadio e cariado; pode-se utilizar o laser com potências mais altas com  finalidade terapêutica na hipersensibilidade  dentária, em lesões traumáticas da mucosa, gengivites, periodontites, pericementite, herpes simples, entre outros e cujos efeitos são: aliviar a dor, estimular a reparação tecidual, reduzir edema  e  hiperemia  nos processos inflamatórios;  podemos ainda utilizar os laser com potências bastante maiores, buscando uma ação cirúrgica simples, seja removendo tecido cariado ou fazendo excisões ou incisões em tecido mole. O laser de baixa intensidade tem sido usado com muito sucesso na clínica odontológica.

A metodologia é simples, baixo custo e pode ser integrada como auxiliar da terapia para tratamentos convencionais ou usada isolada como modo alternativo em algumas patologias. Os efeitos terapêuticos obtidos são: anti-inflamatório, analgésico e reparação  tecidual. É uma ajuda  importante à prática profissional em associação com quase todas as especialidades odontológicas.

O aumento substancial do interesse pela laserterapia tem sido notado em círculos  científicos, devido ao significante número de resultados satisfatórios com o tratamento.

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